Catálogo do Mansa, ao lado de amostra de alumínio da fachada e vidro. Catálogo do Mansa, ao lado de amostra de alumínio da fachada e vidro.

Mansa. Um projeto que nasce do Sul, por OSPA Arquitetura.

Mansa 25 de agosto de 2026

Desde os primeiros estudos, o Uruguai esteve no centro das referências do Mansa. Não apenas por sua arquitetura, mas por uma maneira de viver em que sofisticação e simplicidade convivem com naturalidade. A discrição das formas, a autenticidade dos materiais, a integração com a paisagem e a valorização da vida ao ar livre ajudaram a construir o imaginário do projeto.

  • Catálogo do Mansa, ao lado de amostras de materiais e folhagem. Catálogo do Mansa, ao lado de amostras de materiais e folhagem.
  • Catálogo do Mansa, ao lado de folhagem. Catálogo do Mansa, ao lado de folhagem.
  • Arquitetura em madeira acinzentada e vegetação. Arquitetura em madeira acinzentada e vegetação.
  • Capa do catálogo do Mansa ao lado de amostras de materiais. Capa do catálogo do Mansa ao lado de amostras de materiais.

Três disciplinas, uma mesma arquitetura.

Quando arquitetura, interiores e paisagismo nascem de uma mesma ideia, cada escolha passa a fazer parte de uma linguagem única. No Mansa, a OSPA Arquitetura conduz essas três disciplinas de forma integrada, fazendo com que um mesmo conceito atravesse todo o empreendimento.

As referências do Uruguai e do pampa encontram, assim, uma expressão própria em Porto Alegre, marcada pela horizontalidade, pela autenticidade dos materiais e pela relação permanente com a paisagem. Para Guilherme Silva, arquiteto da OSPA, essa conexão com o Uruguai se revela também nas abas que marcam a volumetria do edifício, evocando a amplitude dos horizontes do pampa e das praias uruguaias.

Uma simplicidade sofisticada, traduzida em matéria.

A admiração pela arquitetura uruguaia orientou também a materialidade. A OSPA partiu do que define como uma “simplicidade sofisticada” para estabelecer uma paleta controlada: concreto aparente, madeira e vidro. Materiais que equilibram solidez, calor e transparência em uma fachada concebida para ser marcante e, ao mesmo tempo, discreta.

Os brises de tonalidade amadeirada imprimem ritmo à fachada e modulam a entrada de luz natural. Já as abas horizontais se transformam nas sacadas que envolvem os ambientes de estar e abrem os apartamentos para vistas desobstruídas. Forma, função e experiência partem do mesmo desenho.

Arquiteto Guilherme Silva da OSPA na escada da obra do Mansa. Arquiteto Guilherme Silva da OSPA na escada da obra do Mansa.

“A arquitetura é o ornamento dele.”

É assim que Guilherme sintetiza uma das ideias centrais do Mansa. A identidade do projeto não depende de elementos adicionados para causar impacto. Está na proporção, na expressão natural dos materiais e na maneira como cada escolha se relaciona com o conjunto.

Ao falar dessa simplicidade, o arquiteto faz uma analogia com uma árvore, cuja beleza existe sem ornamentos porque cada elemento tem uma razão de ser. No Mansa, a lógica é semelhante. A sofisticação está na precisão do essencial.

Fachada do empreendimento de alto padrão Mansa Fachada do empreendimento de alto padrão Mansa

Onde interior e exterior se encontram.

A integração entre as três disciplinas ganha uma expressão especialmente clara nas áreas de convivência. No segundo pavimento, arquitetura, interiores e paisagismo se aproximam a ponto de seus limites se tornarem sutis.

Carolina Souza Pinto, arquiteta da OSPA, conta que a intenção era criar uma espécie de praça elevada. Os ambientes internos se abrem para a vegetação, enquanto os espaços de convivência se distribuem em contato direto com o paisagismo. Uma forma de trazer para dentro do empreendimento a vida ao ar livre que também inspira o conceito do Mansa.

“É interior e exterior. A ideia é que seja uma praça.”
Carolina Souza Pinto, OSPA Arquitetura.

Arquiteta Carolina Souza Pinto da OSPA na obra do Mansa. Arquiteta Carolina Souza Pinto da OSPA na obra do Mansa.

Essa relação entre interior e exterior também orienta o salão de festas, concebido em contato direto com o paisagismo. Os grandes planos de vidro aproximam os ambientes da vegetação e permitem que o espaço se estenda para a área externa, reforçando a ideia de uma convivência mais aberta e integrada à natureza.

No rooftop, a paisagem ganha outra escala. A piscina foi posicionada para aproveitar a orientação solar e as vistas para o Guaíba e o aeroporto. No lado oposto, sala de jogos e poolbar se voltam para o interior do bairro, criando uma atmosfera mais reservada. De um lado, a amplitude do horizonte. Do outro, a proximidade da Auxiliadora. Duas perspectivas de Porto Alegre incorporadas à experiência do Mansa.

Nos apartamentos, a mesma intenção aparece nas grandes esquadrias, nas sacadas que envolvem os ambientes de estar e na continuidade entre interior e exterior. São decisões que aproximam a paisagem da rotina e reforçam uma das premissas que atravessam todo o projeto: a arquitetura não termina onde começa o exterior.

Living com cozinha integrada no apartamento do Mansa. Living com cozinha integrada no apartamento do Mansa.

Uma arquitetura que também olha para a cidade.

Para a OSPA, o Mansa não foi pensado apenas para quem irá morar nele. Carolina destaca a importância de sua relação com o entorno e a capacidade de um novo edifício contribuir para a evolução da vizinhança. É uma visão que reúne aquilo que os arquitetos reconhecem como essencial no projeto: materialidade, arquitetura, detalhes e relação com a cidade. Uma construção que busca qualificar a experiência de quem vive dentro, mas também estabelecer uma presença positiva para quem está ao redor.

Fachada do Mansa vista pela Rua Auxiliadora com elementos amadeirados, vegetação pendente, concreto aparente, pedra natural e vidro. Fachada do Mansa vista pela Rua Auxiliadora com elementos amadeirados, vegetação pendente, concreto aparente, pedra natural e vidro.

Como resume Guilherme, “o Mansa é bonito na sua simplicidade. Ele é elegante porque não tenta ser nada além.”

Talvez seja justamente aí que a inspiração uruguaia encontre sua tradução mais precisa em Porto Alegre. Não na reprodução de uma estética, mas em uma maneira de pensar a arquitetura: natural, discreta, integrada à paisagem e segura daquilo que é essencial.

Conheça o Mansa e descubra uma arquitetura que encontra sofisticação na simplicidade, na paisagem e naquilo que realmente importa. Clique aqui para assistir ao vídeo da entrevista com os arquitetos da OSPA em nossa página do Instagram e acompanhe as novidades.

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